Hoje, ao contrário dos últimos dias, já tenho alguma coisa em mente pra falar sobre (õ/). Então este não é um post que sai da minha mente em forma de excreta “?”. Vou pular a introdução idiota pra ir logo ao que interessa. Não estou pra muitas introduções. Oi (q). Vamos falar de filmes. Filmes de verdade, não vídeos de uma hora e meia (ou mais) que te fazem perder horas do seu dia.
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Final-de-semana passado eu assisti “A Órfã”. Resolvi falar sobre ele.
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Primeiro, uma breve introdução retirada do site Omelete:
O diretor catalão Jaume Collet-Serra é um dos nomes da Espanha que cada vez mais emigram para fazer suspense e terror em Hollywood, ao lado de Jaume Balagueró (A Sétima Vítima), Juan Antonio Bayona (O Orfanato) e Juan Carlos Fresnadillo (Extermínio 2), entre outros. Depois de estrear com A Casa de Cera, agora Collet-Serra dirige A Órfã (Orphan, 2009).
Bom, já dá pra perceber que nome o cara tem. E não é pra menos. Confesso que ao terminar de assitir o filme eu pensei comigo mesmo: “O cara que fez isso aí também é perturbado”. Tamanho é o feeling que a criatura pega depois de ver tudo aquilo. Acho que deveria ser criado um novo gênero cinematográfico, além do suspense e o próprio terror, que se encaixasse com obras como “A Órfã”. Isso é quase algo do tipo assista e termine em sessões de terapia (=S). É. Sim. Eu posso estar exagerando. Mas que a sensação incômoda de assitir algo bem violento não te larga do início ao fim, isso é verdade. Ponto pra eles.
Há momentos de tanta tensão e de tanta maldade daquela criaturazinha desprezível que quando acontece qualquer coisa do tipo “ponto para os mocinhos” você comemora aliviado. Mas não por muito tempo. O filme também procura ser bem realista em cada cena que apresenta, ser muito verossímil. Ponto pra eles de novo. Por isso que o final pode ser decepcionante para os amantes de “e viveram felizes para sempre” (paciência). Fato é que capricharam na produção.
Outra coisa importantes e que deve ser lembrada: se você pretende assistir ao filme esperando ver coisas sobrenaturais ou massacres no estilo Freddy e Jason, não assista. Os massacres você até poderá ver, mas em um estilo bem vilãzinha malvada de Esther. Aliás, se souberem encaminhar bem essa menina, ela tem muito futuro no cinema! É um atriz de qualidade, sem bajulações. Você fica com nojo dela. Ao mesmo tempo que aquele sorrisinho te engana em muitas cenas. Não deu pra imaginar nem um pouco a sequência que os fatos iriam tomar.
Fica aí minha recomendação. Se você quiser ler a sinopse, acesse aqui: http://www.omelete.com.br/cinema/critica-a-orfa/. Assista e sonhe com os anjos.
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Quero falar de “Atividade Paranormal” em breve.
Boa noite.
